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HCB recua 16,67% e regressa ao patamar dos 2,50 MZN

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As acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) caíram 16,67% na sessão de 13 de Outubro de 2025, encerrando a 2,50 MZN. O movimento marca o regresso do título à sua zona técnica de suporte, um nível onde historicamente o preço tende a estabilizar e atrair nova procura por parte dos investidores.

Nos últimos 12 meses, o comportamento da HCB foi caracterizado por alguns pontos atípicos: o máximo de 5,62 MZN registado a 21 de Maio e o mínimo de 2,03 MZN a 29 de Maio, período que marcou a maior volatilidade do ano. Desde Julho, o título tem oscilado entre 2,27 MZN e 3,30 MZN, mantendo-se maioritariamente lateralizado em torno dos 3,00 MZN.

De acordo com a análise da EDUC INVEST, o nível actual de 2,50 MZN representa uma oportunidade de compra, já que este patamar tem historicamente funcionado como suporte forte.

“O preço actual reflecte uma correcção técnica, mas não indica enfraquecimento dos fundamentos. Historicamente, a zona entre 2,30 e 2,50 MZN tem sido ponto de viragem para movimentos de alta, com o preço a regressar frequentemente para a casa dos 3,00 MZN. Assim, o cenário técnico actual oferece margem de valorização para investidores de médio prazo”, indicam os analistas da EDUC INVEST.

Um investidor que aplique 100.000,00 MZN ao preço actual de 2,50 MZN poderá adquirir 40.000 acções.
Caso o preço volte ao nível de 3,00 MZN, o investimento passará a valer 120.000,00 MZN, traduzindo um ganho potencial de 20%.

Apesar da recente queda, a HCB mantém uma política estável de distribuição de dividendos, o que reforça o seu perfil de acção defensiva, atractiva para investidores focados em rendimento.

Nos diferentes horizontes de análise, a HCB apresenta uma variação diária, semanal e mensal de -16,67%, e uma queda acumulada de 8,09% nos últimos seis meses.

No período mais recente, a HCB ocupa a terceira posição entre as acções mais negociadas na Bolsa de Valores de Moçambique, com 1.402.303,00 MZN transaccionados. À sua frente estão a Cervejas de Moçambique (CDM), líder com 2.760.876,00 MZN, e a Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH), com 1.550.500,00 MZN.
A seguir aparecem a EMOSE (112.320,00 MZN), a TROPIGALIA (TRO-B) (89.617,00 MZN) e a ARKO (0,00 MZN).

Fonte: Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) / Análise EDUC INVEST SA

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